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Histórias Baseadas em Fatos Reais

                         A Mulher de Branco                        

     Era uma noite de domingo e voltávamos da casa de meus tios que moravam em Redenção - Pa, nós morávamos em Conceição do Araguaia - Pa, cerca de 100km de lá. Já havíamos escutado várias histórias desta mulher, mas algo extraordinário iria acontecer com a minha família. Era umas 6:00 hrs quando partimos, minha mãe estava meio angustiada co essa viagem, por ser muito religiosa fizemos uma oração pedindo proteção á Deus e á Nossa Senhora.
     Meu irmão Caio César, que tinha na época uns 3 anos e eu 2, estava dormindo no banco de trás do carro, quando de repente Caio abriu os olhos e olhou para a lua que estava cheia e disse: "Olha a mamãe do céu com o neném no colo dando tchau pra mim". Olhamos e nada vimos. Mamãe redobrou as orações. Mas uma vez, Caio acordou e olhou para a lua e repetiu: "Olha a mamãe do céu com o neném no colo dando tchau pra mim!" E mais uma vez não vimos nada...
     Mamãe e papai conversam com ele até ele dormir de novo. Mas algo sobrenatural estava por vir. Caio acordou novamente se sentou no banco e disse: "Papai, nós não vamos chegar!" Meu pai olhou para minha mãe e disse: "Nós vamos sim, filho, papai está dirigindo com cuidado, logo chegaremos." Mas o Caio continuou: "Não, não vamos, porque o senhor não vai ver, tá apagado!" Minha mãe acalmou o Caio e o fez dormir de novo. Ela aflita pegou o terço e começou a rezar.
     Quando chegam perto da ponte avistaram uma mulher com um vestido todo rasgado branco com o rosto todo machucado, sangrando e de algum modo sorrindo, acenando como se fosse um tchau, falando: "Vocês irão morrer, e virão comigo se divertir no inferno!" Meus pais se entreolharam e nada falaram. Logo adiante próximo de uma curva saiu um caminhão em alta velocidade com os faróis apagados e por frações de segundo não batemos de frente.
     Meus pais apavorados continuaram a não dizer nada. E quando chegamos na cidade onde morávamos, paramos para jantar e os meus pais se perguntaram: "Você viu? Pensei que só eu tinha visto." Eles estavam apavorados, admirados e gratos á Deus e Nossa Senhora por estarmos todos vivos para contar a história.
     "Esta mulher existe mesmo e nós somos uma família protegida, pois a maioria das pessoas que a vê, MORREM!" "Ela era uma mulher que no dia do seu casamento foi assassinada a facadas pelo próprio noivo, e foi jogada bem embaixo desta ponte. Desde sua morte, ela sempre aparece a partir das 6:00 hs da tarde, e sempre que ela aparece, leva alguém com ela. Poucos sobrevivem para contar a história. Nós sobreivemos!"

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Histórias Baseadas em Fatos Reais

                       Guerra com Fantasmas                         


     Duas meninas, Isabella, 12, Ana Carolinne, 14, estavam na sala da casa às 02:00 da manhã, jogando WAR, quando elas começam a escutar barulhos. Algo na casa estava aproveitando o barulho dos dados para também fazer barulho. Elas escutam alguma coisa amassando litros de refrigerante na cozinha.
     Elas começam a achar estranho, e vão ver o que está provocando esses barulhos esquisitos. Quando chegam na cozinha o barulho para e começa de novo, só que em cada canto da cozinha tinha um barulho diferente. Elas ligam a luz e começam a procurar. Pensam que é algum rato ou gato, então procuram algum litro caído ou ruído, quando começam a procurar o barulho para novamente.
     Depois de ter procurado em toda a cozinha e não ter achado nenhum litro ou algo fora do lugar e não ter visto nenhum vulto de rato correndo para se esconder, elas pensam que não foi nada e voltam a jogar WAR. Quando Ana Carolinne joga o dado, que faz barulho ao tocar a mesa de vidro, o barulho volta, dessa vez em toda a casa. Elas começam a perceber que aquilo não é nenhum tipo de animal, e escutam um barulho bem alto vindo do quintal.
     Com a casa toda trancada, portas e janelas, elas pegam duas facas grandes, abrem a porta dos fundos e ligam a luz. Carolinne, com uma lanterna na mão e uma faca na outra e Isabella, com uma faca grande e afiada, começam a fazer as estratégias. Após elas terem saído da casa, e não escutarem nenhum tipo de som, elas imaginam que não seja um animal e nem uma pessoa.
     Isabella, já com muito medo, escuta alguém chamar seu nome e fala para Carolinne. Elas vão andando para dentro da casa quando escutam alguém as seguirem e elas começam a correr. Chegando até a porta, elas entram, fecham rapidamente, e trancam a porta. Com isso, elas voltam a jogar, só que preocupadas. Nenhuma delas quer ficar de costas para a porta, e nenhuma delas quer ficar de frente para a porta pra ver se algo entra por ali.
     Continuando no jogo, já esquecendo o que estava acontecendo, elas escutam algo tentando abrir a porta. As duas se olham e desesperadamente pegam as facas que estavam ao lado da mesa. De repente o barulho para e elas escutam passos pesados vindos da porta, indo na direção delas. Os passos param ao lado da mesa em que elas estavam jogando.
     Carolinne então pega 3 dados vermelhos e pergunta: 
- Se há alguma alma penada aqui por favor que dê 6 em todos os dados.
     Ela joga os dados para cima e eles param exatamente no 6. Elas pensam que entre tantos outros números que poderia dar entre 1 e18, parar exatamente 6 6 e 6 tinha com certeza algo haver com o que Carolinne perguntou. Isabella depois do ato assustador, pega 1 dado amarelo e pergunta:
- Se você veio em paz, que dê 1 ou 2 ou 3 ou 4 ou 5.
     Ela joga o dado e eles param novamente no 6. Elas começam a ficar apavoradas com a sincronia. E fazem outra pergunta:
- Se você for nos machucar, que dê 4 ou 5 ou 6.
     O dado para em 2 e elas ficam mais aliviadas. E então fazem outra pergunta:
- Se você está sozinha, que dê 2 ou 3 ou 4 ou 5 ou 6.
     O dado parou em 1. E elas perguntam:
- Se vocês estão querendo outras pessoas, que dê 6.
     O dado parou exatamente no 6. E então Carolinne faz uma última pergunta:
- Se vocês estão mesmo aqui conosco, e isso não ser apenas azar de parar nos números que estamos jogando, por favor façam algo que não seja no dado.
     Quando Carolinne perguntou isso, uma janela abriu de repente e veio um vento muito forte. Elas ficaram morrendo de medo e então elas foram embora. Depois disso, horrorizadas, Carolinne e Isabella foram dormir 04:30 da manhã.


          Cuidado! Pois quem eles estão procurando pode ser você!

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