Contos Sombrios
Inspiração: Supernatural – 1ª temporada, Ep. 2.
Wendigo - é uma criatura folclórica que faz parte da mitologia do povo indígena da América do Norte, os Ojíbuas. De acordo com a mitologia, o Wendigo é formado a partir de um humano qualquer, que passou muita fome durante um inverno rigoroso, e para se alimentar, comeu seus próprios companheiros.

Psicose Wendigo - Devoradores do inverno
Inverno de dezembro de 1879, Alberta, Canadá.
Manhã de um Inverno rigoroso em Fort Saskatchewan, região de Alberta, Canadá. Povoado pacifico, calmo, pouco habitado, trilhava mais uma temporada de frio. Nesta época muitos acampava em floresta, como a do nordeste de Edmonton, onde uma família humilde morava em uma cabana pequena e em ruínas, sustentado por um caçador, esposo de uma senhora mãe de seis filhos. Dono da cabana, este senhor caçava para alimentar sua família. Nesta época do ano, a sobrevivência por caça - predadora já não é tão fácil, principalmente pelo inverno rigoroso enfrentado pela família, mas o pior ainda estava por vim, onde iram viver momentos de terror. A noite ia chegando, a lua esta viva e iluminada, só olhando pelos buracos do telhado da cabana, o frio amargo chegar, arrepiando a pele que cobria os ossos que se encontrava em pouca carne dos seres presentes no ambiente frio que lutava contra as chamas da lareira que ardia em fogo nos pequenos pedaços de gravetos da floresta, mas o que mais incomodava, não era a sensação de 0° grau negativos nas geladas mãos, e sim, a fome que apertava, e alcançava o nó que rosnava com eco que soava nos vales sombrios da escuridão. Este eco bateu mais forte no desmaiado filho caçula da família, que agora chorava em pura lagrimas de sofrimento e dor intensa, o sono eterno de seu filho que encontrou na morte a forma de saciar sua fome.
O senhor dono da cabana, atormentado por um antigo espírito Wendigo, se encontrava quieto e mudo, encostado na velha cadeira que completava com o silencio do escuro que cobria o ambiente vazio da sala, saltou de um pesadelo profundo em desespero, agindo ferozmente aos instintos selvagens e canibalescos do espírito Wendigo habitado em seu completo consciente, assombrando o silencio dos olhos histérico expresso nos rostos desfalecidos de sua família, agredindo a golpes e garras o filho mais velho que cai no chão frio da sala, agora sendo aquecida pelo sangue quente de sua irmã morta a tiros da espingarda de caça de seu pai que não estaria mais ali. Vendo aquela atitude, sua esposa corre para longe com seus únicos filhos do monstro que se encontra lá, mas sua fuga foi inútil, com uma machadada foi brutalmente paralisada, deixando seus três filhos amedrontados e desorientados naquela velha cabana. O monstro Wendigo agora estrangula sua filha e atira em seu filho para alimentar seu ultimo herdeiro que recusava em reconhecer seu pai que lhe olhava com seus olhos fixados em seu rosto amedrontado. Em uma tentativa desesperada de fuga, foi nocauteado com um machado na cabeça.
No escuro deixado pelas cinzas da lareira, restava agora, um banquete humano, banhado de sangue vivo, iluminado pela luz da lua que passava pelas brechas das rachaduras do telhado. O espírito que habitava no corpo do dono da cabana agora lhe proporcionava uma insaciável fome que foi saboreada com o prazer instintivo do selvagem Wendigo de Alberta, Canadá.
O senhor dono da cabana, atormentado por um antigo espírito Wendigo, se encontrava quieto e mudo, encostado na velha cadeira que completava com o silencio do escuro que cobria o ambiente vazio da sala, saltou de um pesadelo profundo em desespero, agindo ferozmente aos instintos selvagens e canibalescos do espírito Wendigo habitado em seu completo consciente, assombrando o silencio dos olhos histérico expresso nos rostos desfalecidos de sua família, agredindo a golpes e garras o filho mais velho que cai no chão frio da sala, agora sendo aquecida pelo sangue quente de sua irmã morta a tiros da espingarda de caça de seu pai que não estaria mais ali. Vendo aquela atitude, sua esposa corre para longe com seus únicos filhos do monstro que se encontra lá, mas sua fuga foi inútil, com uma machadada foi brutalmente paralisada, deixando seus três filhos amedrontados e desorientados naquela velha cabana. O monstro Wendigo agora estrangula sua filha e atira em seu filho para alimentar seu ultimo herdeiro que recusava em reconhecer seu pai que lhe olhava com seus olhos fixados em seu rosto amedrontado. Em uma tentativa desesperada de fuga, foi nocauteado com um machado na cabeça.
No escuro deixado pelas cinzas da lareira, restava agora, um banquete humano, banhado de sangue vivo, iluminado pela luz da lua que passava pelas brechas das rachaduras do telhado. O espírito que habitava no corpo do dono da cabana agora lhe proporcionava uma insaciável fome que foi saboreada com o prazer instintivo do selvagem Wendigo de Alberta, Canadá.
OBS: Esta é uma versão contada por FERREIRA, D. baseada no Caso Real de Psicose Wendigo de Alberta durante o inverno de 1878.
As Três Maldições
Em homenagem ao Natal...
Uma moça que se chamava Denise estava passeando quando um estranho a disse:
- Denise, três fantasmas vão aparecer ao cair da noite... O primeiro será a morte, que tentará te matar; o segundo será uma bruxa, que tentará te amaldiçoar e o terceiro é a ilusão, que tentará te levar ao Reino do Mal.
Mas Denise não acreditou e seguiu em frente.
Então chegou a noite, e Denise pensou no que o estranho disse a ela, porém voltou a dormir... mas logo acordou e viu a morte tentando matá-la! Ela saiu correndo, e como estava desesperada, entrou em uma igreja... e a morte sumiu. Ela se lembrou que ainda teria mais dois fantasmas...
Chegou então a bruxa, tentando amaldiçoá-la, mas ela pegou um espelho, colocou bem na frente do raio da bruxa e o raio pegou no espelho que refletiu na bruxa... e a bruxa desapareceu.
Por fim chegou a ilusão, transformada em Lila, a mãe de Denise que já tinha morrido, e Denise disse:
- É você mãe?
E a ilusão disse:
- É claro que sim, filha. Vem com a mãe antes que a ilusão venha.
Denise acreditou e foi levada para o Reino do Mal. Quando chegou lá, viu que era a ilusão e disse:
- O que eu fiz???
E ao chegar lá, a ilusão foi embora, pois já tinha feito seu trabalho.
Então Denise vira um monte de portas abertas, e entrou em uma delas. Viu que tinha entrado em um labirinto, e seguiu em frente, correndo desesperadamente sem encontrar a saída. Já estava perdendo as esperanças, mas resolveu seguir adiante até que encontrou a saída para a cidade. Mas ao sair, viu que todas as pessoas estavam falando em inglês, e decidiu que iria pegar um avião o mais rápido possível.
Pegou então o avião para o Brasil. Chegando lá, pensou: "Por que as maldições tinham que aparecer logo para mim?!" Mas isso ela não descobriu.
Chegou em casa tempos depois... Ela teve filhos, e a história se passou para muitas gerações de sua família.
FIM
Autora: Elizandra B. Livramento
A Casa Grande
Lembro-me que tiramos um período de férias escolar, não sei quanto tempo, mas demorou e quando passamos em frente à "Casa Grande” ela já não era a mesma. A casa parecia sombria, sem vida, as plantas morrendo e secas, não vimos o peru barulhento e as galinhas, tudo estava calmo, seguindo o silêncio e as sombras frias que a casa fazia, apenas o pé de rosa vermelha e o de laranjeira estavam verdes como se fossem regados todos os dias. Na volta da escola, bem de tardezinha, a casa aparentava mais sombria e assustadora, mas sabíamos que era o único caminho e tínhamos que passar. Quando estávamos de frente com a casa ela parecia maior que o normal, como se crescesse, parecia ter vida, a noite parecia chegar mais rápido e as sombras em sua volta ficavam cada vez mais negras. Lucy ficou um pouco para trás, talvez pela pressa causada pelo medo que apareceu de repente, apressamos o passo e a esquecemos, quando demos conta e olhamos para trás, Lucy acenava o braço e com um sorriso falava com alguém que não conseguíamos ver, na verdade não havia ninguém na frente da casa. Nesse momento eu, meu irmão e o colega voltamos rápido, pegamos na mão de Lucy e saímos correndo feito doidos para casa com o coração batendo como se o espaço no peito fosse pouco para acomodá-lo. Meu colega Juarez se despediu e partiu correndo, ele morava mais longe que nós, minha mãe percebeu alguma coisa e começou a nos perguntar o que tinha acontecido, ficamos por um momento calados e Lucy estava como se nada estivesse acontecido. Com a insistência de minha mãe tivemos que comentar o ocorrido, esta apenas nos informou que o casal de velhinhos tinha morrido, o velhinho morreu numa semana e a velhinha logo em seguida, então a casa estava abandonada há vários dias, os filhos só vieram para o enterro e deixaram a casa só. Esta informação nos preocupou mais ainda, e ficamos a pensar um olhando para outro: "Com quem Lucy falou? Para quem ela acenou? Se não havia ninguém..." Combinamos de falar com o nosso colega o que nossa mãe contou. No caminho para a escola começamos a contar para Juarez que os velhinhos tinham morrido, durante nossa conversa Lucy intercedeu e falou: "Mentira de vocês, eles estão lá cuidando da casa. Eu falei com eles ontem"... O medo tomou conta de nós, não sabíamos o que dizer! Passar na frente daquela casa à tarde já fazia medo... E na volta, como seria?... Já meio escuro, com o canto de agouro dos pássaros noturnos. Para atender uma encomenda de minha mãe tivemos que nos atrasar. A noite vinha e parecia mais escura, a lua não tinha surgido, as estrelas pareciam mais distantes, além do canto dos pássaros noturnos... O medo começou a tomar conta de nós. Lucy parecia indiferente, mas como era o único caminho, tínhamos que ir. Quando estamos diante da cerca que separa “A Casa Grande” da estrada sentimos um frio percorrer a espinha chegando até a ponta dos dedos, a escuridão era intensa, a casa era sombria... De repente Lucy grita: "Tem alguém lá!" e sai correndo... Quando percebemos, Lucy estava na porta da casa tentando entrar. Havia uma pequena luz dentro da casa, como se fosse a luz de um candeeiro, esta luz começa a percorrer as dependências da casa como se alguém realmente a estivesse conduzindo. Mesmo morrendo de medo fomos buscar Lucy, era nossa obrigação e responsabilidade. Ao entrar na casa não vimos Lucy e a luz tinha sumido, de um momento para outro a luz da lua começou a entrar pelas janelas de vidros embaçados como também os agouros dos pássaros noturnos... Ouvimos uma voz e fomos em direção dela, quando chegamos parecia uma sala de jantar, Lucy estava sentada na mesa como se estivesse para ser servida, aguardando ansiosa, olhando o prato posto e com talheres na mão, chamei por Lucy e esta com tranqüilidade falou: "Vocês também estão convidados para o jantar, a vovó já vem com a comida"... De repente a porta da cozinha começou a se abrir, com a reação do medo pegamos Lucy e saímos correndo da casa o mais rápido possível, não olhamos para trás e corremos tanto que sentíamos os calcanhares tocando nossas cabeças. Desde então começaram muitas histórias sobre a “A Casa Grande”, luzes que apareciam dentro da casa, a galinha cantando e os pintinhos piando, o barulho do peru, as portas que se abrem e se fecham e muitos andantes que diziam ter feito um farto jantar servido por uma velhinha bondosa e um senhor de olhar frio. Autor: Leon Gomez |






1 comentários:
Creedo ... Não durmo + !
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